Espectrofotômetros de cor CHNSpec para medir cor em sólidos, pós, líquidos, filmes e impressos, com leitura em CIELAB, Hunter Lab, Delta E, brancura, amarelecimento e escalas como Pt-Co, Gardner e Saybolt. Modelos de bancada e portáteis para controle de qualidade e P&D, medidores de haze, densitômetros de impressão e software de formulação.
O espectrofotômetro de cor, também conhecido como medidor de cor, colorímetro espectral ou espectrofotômetro de esfera, mede quanto da luz a amostra reflete ou transmite em cada comprimento de onda do visível. O resultado é uma curva espectral, lida em geral a cada 10 nm. A partir dela, o instrumento calcula a cor em números, como L*a*b*, e a diferença para o padrão em Delta E (ΔE).
Assim, a aprovação da cor deixa de depender da luz da sala, do cansaço de quem olha e da comparação lado a lado. Duas pessoas, em duas fábricas, chegam ao mesmo número para a mesma amostra.
A medição de cor transforma uma avaliação visual em um critério objetivo. É a colorimetria aplicada ao controle de cor: um instrumento de medição de cor substitui a comparação a olho e registra a análise de cor de cada lote. Com ela, você:
No CQ, o espectrofotômetro responde a uma pergunta: o lote está dentro da tolerância? Os usos mais comuns são:
Em P&D, a curva espectral importa mais que o número final. O laboratório usa o espectrofotômetro para:
A diferença entre os modelos está na geometria, que define como a luz chega à amostra e de onde o instrumento a lê.
A luz é espalhada por uma esfera integradora e ilumina a amostra de todos os lados. A leitura é feita a 8°. É o espectrofotômetro d/8, também chamado de espectrofotômetro de esfera. É a geometria mais usada em formulação e controle de lotes, porque mede a cor do material com pouca influência da textura.
No espectrofotômetro 45/0, a luz chega a 45° e o instrumento lê a 0°, sem o brilho especular. O resultado fica perto do que o olho vê e muda com o acabamento. É indicada para comparar cor e aparência de superfícies.
Tintas com alumínio, mica ou flocos mudam de cor conforme o ângulo de observação. O multiângulo lê a mesma amostra em 3, 6 ou 12 combinações de ângulo.
A luz atravessa a amostra em cubeta ou em filme. É o modo para líquidos transparentes, escalas de cor de líquidos, vidros e plásticos transparentes.
Na esfera d/8, o instrumento pode incluir o brilho especular (SCI) ou excluí-lo (SCE). O SCI mede a cor do material, independente do acabamento, e é o modo da formulação. O SCE se aproxima da percepção visual. Modelos que leem os dois ao mesmo tempo mostram se a diferença entre duas peças está na cor ou no brilho.
A faixa de 400 a 700 nm atende a maior parte do controle de cor. A de 360 a 780 nm inclui o UV e é necessária em amostras com branqueador óptico, como papel, têxteis brancos e plásticos.
A tolerância só vale se fornecedor e cliente usarem a mesma fórmula de ΔE, o mesmo iluminante e o mesmo observador. Um ΔE de 1,0 em ΔE*ab não equivale a 1,0 em ΔE00.
O colorímetro lê a cor com três filtros e entrega L*a*b* para um iluminante e um observador fixos. O espectrofotômetro lê a curva espectral completa. Com ela, você calcula a cor em qualquer iluminante, avalia metamerismo e usa software de formulação.
Para aprovar cor com tolerância, trocar padrões digitais ou formular, o espectrofotômetro é o instrumento indicado. Fotômetros para análise de água, como cloro e pH, são outro tipo de instrumento e não fazem parte desta linha.
São a referência do laboratório. Medem reflectância e transmitância, com mais aberturas e acessórios para pós, pastas e líquidos.
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Levam a medição para o recebimento, a linha de produção e as peças grandes.
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A exatidão do espectrofotômetro depende de rotina. Os cuidados básicos são:
A Laboraltec faz a calibração de espectrofotômetros e colorímetros para clientes em todo o Brasil, na linha CHNSpec e em instrumentos de outras marcas.
Muitos laboratórios usam espectrofotômetros sem suporte ou sem peças de reposição. Para a troca não invalidar o histórico:
Envie o modelo que você usa hoje e indicamos o equivalente CHNSpec, com a comparação de especificações.
Instalação, treinamento e assistência técnica feitos por especialistas, com atendimento em todo o Brasil.
Calibração para clientes em todo o Brasil, com laboratório próprio e sistema de gestão certificação ISO 9001.
Em projetos avaliados com a nossa equipe, medimos a sua amostra antes da compra para confirmar o modelo.
Bancada, portáteis, líquidos, impressão, haze e software de um mesmo fabricante, com o mesmo padrão de dados.
Quer entender cada critério com mais calma? Leia o guia para escolher o espectrofotômetro ideal ou peça um orçamento.
Com um espectrofotômetro de cor. Ele mede a curva espectral da amostra e entrega a cor em L*a*b* e a diferença para o padrão em ΔE, sem depender da luz ambiente ou de quem avalia.
A esfera d/8 ilumina a amostra de todos os lados e mede com ou sem o brilho (SCI e SCE). O 45/0 ilumina a 45° e lê a 0°, perto do que o olho vê. O d/8 é o mais usado em formulação. O 45/0, na comparação de aparência.
É a distância entre duas cores no espaço CIELAB. Quanto maior o Delta E, maior a diferença que o olho percebe. Cada fórmula, ΔE*ab, CMC ou ΔE00, pondera essa distância de um jeito, por isso a especificação precisa dizer qual usar.
É o espaço de cor L*a*b* definido pela CIE. L* é a luminosidade, a* o eixo verde-vermelho e b* o eixo azul-amarelo. É a base do cálculo de ΔE.
O ΔE00 (CIEDE2000) é o mais próximo da percepção visual. O ΔE CMC é tradicional em têxteis. O importante é que fornecedor e cliente usem a mesma fórmula.
Sim. No CQ, aprova lotes por tolerância em ΔE. Em P&D, a curva espectral alimenta a formulação e os estudos de estabilidade. Muitos laboratórios usam um modelo de bancada em P&D e portáteis na produção.
Os modelos de bancada DS-36/37/39D e CS-820P/821N/826 medem transmitância. Para escalas como Pt-Co, Gardner e Saybolt, a linha dedicada é a DS-810/812/816N.
Depende da geometria, da faixa espectral, das aberturas e da concordância entre instrumentos. Peça um orçamento com a aplicação e indicamos o modelo.
Não. Esta linha mede cor de sólidos, líquidos, filmes e impressos. Cloro, pH e turbidez pedem fotômetros específicos.











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